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terça-feira, 23 de outubro de 2012

QUE EDUCAÇÃO QUEREMOS PARA NOSSOS FILHOS?


Creio que a maioria responderia: “No mínimo, a mesma que nós tivemos”. Estou errado?
Porém, isso está difícil de acontecer. Nem um terço do que tivemos, estamos conseguindo passar aos nossos filhos.


Um olhar clínico

– está havendo um complô. É a televisão que deseduca. As más influências por parte da família – e digo, nem são famílias desestruturadas.- somos – e nossos filhos também – bombardeados com mentiras, deslealdades e falsidades que acabamos engolindo silenciosamente.


Consentimos- aumentos acima da inflação;


- publicidades irreais. Por exemplo: “Indicado pela Associação Tal e Qual" ou "Aprovado pela Categoria dos Fulanos de Tal”;

- Zero e noventa e nove nos preços. Sabemos que, fazendo o pagamento em dinheiro jamais será devolvido aquele UM centavo.


E os políticos?
- dizem o que querem. Prometem o que não vão cumprir. Somos conscientes disso e não engolimos mais. Mas, exatamente por causa de uma convicção cegamente radical, deixamos nos seduzir por candidatos “bonitinhos”, que se expressão bem e são nos apresentados por algum padrinho com o qual simpatizamos. 
- ou porque nem sabemos ao certo o quê, repudiamos o outro candidato. Aquele administrador que julgamos por mau desempenho, que nem sequer conseguimos apontar um de tamanha consistência.


O fato é que não os elegemos para fomentar o progresso de uma região, pelas propostas e programas de governabilidade verdadeiros e viáveis. Não pela experiência, qualidade e ética que possui. 

Veja que tipo de ensinamento estamos passando aos nossos jovens.
Está aí o mau exemplo.

É essa educação que queremos para nossos filhos?

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aviso ao Seguidores

Apresento a Banda Arquivo MP3.
Acho que nunca escrevi algo sobre ela aqui, certo?
Será que já postei algum clipe deles e não lembro? 
Foto também não sei se há.
Bom, nunca é tarde demais para uma coisa ou outra, nê?

Clipe postarei em breve.
Foto, será que serve a que está ao lado no
 "Entre Amigos"?
E texto..,
...bem, segue este leve sinopse.
Bandas, existem aos milhares por aí: bandas de garagem; bandas cover; Bandas profissionais; bandas amadoras. Bandas ruins e bandas boas.

Pois bem, a banda que apresento aqui é uma boa banda.
Ressalte-se: boa demais meeeesmo!
Não vim aqui pra enaltecer ninguém nem para fazer chacrinha.
Achou o termo chacrinha um tanto antiquado demais?
Bem, antiquado não é o termo correto, mas podemos dizer que a AMP3 tem em seu repertório quase que 100% de músicas antigas ensaiadas. E bem ensaiadas, por assim dizer.
Porém, músicas antigas, há muito tempo estão em voga. São reegravadas (com dois "es" mesmo, porque são várias regravações) com artistas diferentes, e, fazem mais sucesso do que as músicas atuais lançadas no mercado. 

No auge


Em início de carreira
 Até bandas consagradas em outras épocas estão retomando antigas formações e colocando o pé na estrada novamente.


Último exemplo é os roqueiros RPM, dos anos de 1980, com Fernando Deluqui, Luiz Schiavon, Paulo P.A. e Paulo Ricardo.

Que, por sinal, faziam um ótimo rock no surgimento da banda.



2011 - Ressuscitados
A banda Arquivo MP3 não está ressurgindo das cinzas. Nem podemos dizer que vem tentar o sucesso. Sucesso não é o mesmo de ser famoso e bem sucedido. A AMP3 faz sucesso por onde passa. Tem seus fãs e admiradores cativos. Seguidores que acompanham a banda aonde quer que ela vá. E por que?

Porque é uma banda de amigos?
AMP3 é sim, realmente formada por amigos. Mas seus admiradores não são apenas amigos. Porventura podem até tornasse amigos após uma apresentação. São acessíveis. Posso declarar que eu não me tornei amigo dos músicos. Portanto, sou mais um admirador assíduo.
Quer saber a razão desta assiduidade?
Porque a banda tem em seu repertório quase 140 músicas ensaiadas. Em cada show é um novo playlist apresentado.
Ao qual somos agraciados pela AMP3 com afinação harmoniosa, desempenho de "a primeira vez" e da maior qualidade. Podíamos até dizer que AMP3 significa: Amadores Músicos Profissionais.
O TRÊS? Seria de: “da Terceira Dimensão”.
Quer conhecer mais. Visite o blog clicando no link aqui BANDA ARQUIVO MP3.

Ops! Ia esquecendo de avisar que, vez ou outra, escrevo alguns textos lá:

Seja você um seguidor também.


sábado, 17 de julho de 2010

EXPRESSO PARANAPIACABA - Editorial

Erguida em meados de 1859, onde serviria de sede para a construção de estrada de ferro, a Vila de Paranapiacaba é um marco na história cafeeira do Brasil. Após a instalação da ferrovia, que se tornou o principal meio de transporte para o escoamento do café do estado de São Paulo até o porto de Santos, elevou o país ao progresso sócio-econômico através da exportação e importação. Hoje, Paranapiacaba está tombada pelas três instâncias governamentais: municipal, estadual e federal. Importante destino turístico cultural, a Vila Ferroviária, como é conhecida também, terá uma estação de trem do Expresso Turístico, inauguração prometida para 18 de julho, coincidindo como o Festival de Inverno de Paranapiacaba.


O turismo cultural tem seu ponto forte nos festivais de inverno, que neste ano está na décima edição e acontecerá nos dias 17, 18, 24 e 25 de julho (veja programação a seguir). Com a novidade do Expresso Turístico o visitante poderá desfrutar de conforto, segurança e agilidade para acessar a Vila por via férrea.

Visitar Paranapiacaba é uma viagem no tempo. A Vila foi colonizada pelos ingleses e possui arquitetura mista. À época, o Barão de Mauá convenceu o governo imperial que era essencial e importante a construção de uma estrada de ferro ligando São Paulo ao porto de Santos. Para a construção e exploração da ferrovia foi criada a empresa inglesa São Paulo Railway Co.. Para quem vai conhecer Paranapiacaba pelo seu patrimônio arquitetônico, encontrará um urbanismo geometricamente planejado com ruas largas, porém com estreitíssimas calçadas, ou sem nenhuma. Suas casas inglesas pré-fabricadas de madeira em estilo vitoriano, algumas construções em tijolos aparentes, onde funcionavam as oficinas. Há um relógio enigmático, réplica do Big Ben londrino, bem ao lado da estação do Viradouro.

Caminhar nas tardes por Paranapiacaba pode ser acometido por uma agradável surpresa. De repente, um nevoeiro dá o ar da graça. Qual seria novidade se o ocorrido acontecesse em alguma cidade do sul do Brasil? Nenhuma. Este fabuloso cair de neblina, tipicamente transladadas sensações deliciosas das tardes de inverno londrino e com uma linda paisagem bucólica pode ser apreciado na Vila, distante 73 quilômetros e à uma hora e meia da capital. Pensar que este fenômeno climático acontece somente neste período do ano é um engano. Paranapiacaba possui este clima peculiar – e exótico – quase que diariamente por todo o ano, inclusive no verão, por estar incrustada na Mata Atlântica e no topo da Serra do Mar.

Paranapiacaba é tombada pelo Patrimônio Histórico, Arqueológico-Urbanístico e Paisagístico, Artístico e Cultural, Turístico e pertence ao município de Santo André, informou Carlo Roberto Panini, diretor do Departamento de Turismo. Poderia também ser tombada pelo Patrimônio Ambiental. Através de seu ecoturismo, pode-se vislumbrar o que a natureza tem de melhor. Suas paisagens, as cachoeiras, fauna e flora. A prática do turismo pedagógico e direcionado propicia a preservação do meio ambiente. A Vila recebe, freqüentemente, biólogos, estudantes e ambientalistas para estudos da biodiversidade. Vale a pena conhecer o Museu do Castelinho, casa construída em 1897 onde hospedava o engenheiro-chefe da Railway. Atualmente abriga o Centro de Preserva da Memória de Paranapiacaba que reúne objetos usados no período dos ingleses. Pare para escutar a história da construção e administração, sobre como ele controlava tudo ali do alto, saber da interessante distribuição e os motivos das cores em cada ambiente da casa. Aos fotógrafos de plantão, dá para fazer umas boas imagens. Do mirante tem vista total da vila e parcial da Cidade de Cubatão e da Serra do Mar. Paranapiacaba significa, na língua tupi-guarani, lugar de onde se vê o mar.


   Outro museu a ser visitado, o Funicular, o turista encontrará no passeio a pecualidade na recuperada e boa velha maria-fumaça. Pensar que vai descer a serra, ou ao menos chegar perto e poder precipitar da vista da Mata Atlântica, esqueça. O roteiro segue por um trecho muito curto e se vê pouquíssimo da serra. O bem desenvolturado monitor-bilheteiro explica com detalhes o sistema funicular, o antigo e o atual. Mas os detalhes cansam e se perdem em termos poucos usuais e sem muita importância para o turista. Aproveite para registrar belas fotografias, na composição com bancos em madeira e detalhes em ferro bem cuidado e, também, ao lado do vagão e da maria-fumaça. Não vale pelo pequeno trecho e pelo blá, blá, blá do bilheteiro. O Passeio conta também com o museu que guarda objetos, máquinas, locomotivas maria-fumaça e vagões imperiais, construídos para transportar D. Pedro II. O Espaço tombado desde 1987 abriga a Locomotiva 15 (1862), a segunda mais antiga do Brasil. Portanto, o museu está fechado temporariamente para reestruturação.

   Para quem pretendem visitar Paranapiacaba pelo ecoturismo existe uma vasta opção de atrativos. Muitos são monitorados e necessitam de agendamento prévio. Bem diversificado, indo de caminhada leve até as que chegam a durar 8 horas. Há também a caminhada noturna, canoagem, rafting, arborismo, rapel, tirolesa. O turista encontra outras aventuras como: montanhismo, mountain bike, off-road e MotoCross.

   Da parte alta, cruzando a ferrovia, do outro lado da Vila, o visitante avistará a ferrovia, estação, locomotiva e ter um panorama geral da parte baixa. Após atravessar a passarela, na curva para esquerda, no início da subida há um boteco tipicamente português com objetos e fotos do time da Lusa, o que também vale a parada para tomar fôlego e uma coca de garrafa de vidro antiga.