A INVASÃO de Sengés acontece num momento de transição entre o bem e o bem. Não há o certo e nem o errado, nem mocinho e nem bandido. Prevalece o lado bom das coisas.. Portanto, não custa dar uma conferida...
quarta-feira, 2 de abril de 2014
SENGÉS PAISAGENS EXUBERANTES 3 - A INVASÃO
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Viagem
domingo, 30 de março de 2014
SENGÉS PAISAGENS EXUBERANTES 2
A região Sengés-Itararé é repleta de cachoeiras, vales, rios e montanhas. Numa das andanças banhamos-nos na Cachoeira da Erva-Doce em Sengés e contemplamos o Vale de Itararé do lado do Canyon e Rio do Pirituba. Você encontrará muito mais detalhes no blog do Raffa http://www.raffanocaminho.blogspot.com.br/
terça-feira, 25 de março de 2014
SENGÉS PAISAGENS EXUBERANTES
Cachoeira Véu das Noivas e o Canyon de Sengés ficam no Paraná, divisa com o estado de São Paulo. A região é formada por inúmeras cachoeiras e canyons.
Conselho aos aventureiros: vale a pena conhecer!
Conselho aos aventureiros: vale a pena conhecer!
sábado, 22 de março de 2014
De Zero a Cinquenta. Do início ao fechamento de um ciclo.
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Série: 50 ANOS
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Rafting em São Luiz do Paraitinga
Mais um Carnaval chegando.
veja opção de passeio, diversão, descanso e...
Folia. Muita folia.
veja opção de passeio, diversão, descanso e...
Folia. Muita folia.
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Aventura
terça-feira, 23 de outubro de 2012
QUE EDUCAÇÃO QUEREMOS PARA NOSSOS FILHOS?
Creio que a maioria responderia: “No mínimo, a mesma que nós tivemos”. Estou errado?
Porém, isso está difícil de acontecer. Nem um terço do que tivemos, estamos conseguindo passar aos nossos filhos.
Um olhar clínico
– está havendo um complô. É a televisão que deseduca. As más
influências por parte da família – e digo, nem são famílias desestruturadas.- somos – e
nossos filhos também – bombardeados com mentiras, deslealdades e falsidades que
acabamos engolindo silenciosamente.
Consentimos- aumentos acima da
inflação;
- publicidades irreais. Por exemplo: “Indicado pela Associação Tal e Qual" ou "Aprovado pela Categoria dos Fulanos de Tal”;
- Zero e noventa e nove nos preços. Sabemos que, fazendo o pagamento em
dinheiro jamais será devolvido aquele UM centavo.
E os
políticos?
- dizem o que querem. Prometem o que não vão cumprir. Somos conscientes disso e não engolimos mais. Mas, exatamente por causa de uma convicção cegamente radical, deixamos nos seduzir por candidatos “bonitinhos”, que se expressão bem e são nos apresentados por algum padrinho com o qual simpatizamos.
- ou porque nem sabemos ao certo o quê, repudiamos o outro candidato. Aquele
administrador que julgamos por mau desempenho, que nem sequer conseguimos
apontar um de tamanha consistência.- dizem o que querem. Prometem o que não vão cumprir. Somos conscientes disso e não engolimos mais. Mas, exatamente por causa de uma convicção cegamente radical, deixamos nos seduzir por candidatos “bonitinhos”, que se expressão bem e são nos apresentados por algum padrinho com o qual simpatizamos.
O fato é que
não os elegemos para fomentar o progresso de uma região, pelas propostas e
programas de governabilidade verdadeiros e viáveis. Não pela experiência,
qualidade e ética que possui.
Veja que tipo de ensinamento estamos passando aos
nossos jovens.
Está aí o mau
exemplo.
É essa educação que queremos para nossos filhos?
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EDITORIAL
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
TRECHO DO LIVRO
![]() |
| MÃE CORAGEM |
![]() |
| SEM CORAGEM |
(...)É
que o Mario está de volta, e, numa dessas manhãs ele me ligou de Paris (gosto
de pronunciar com dois “rr”). Ele queria colocar uma vírgula... Até aí normal. O
problema é o fuso horário... O estranho mesmo eram os e-mails trocados.
Começava com MS e terminava com a assinatura MS. (Quer que eu desenhe também?).
Coincidência é pouca. A diferença? Ele matou o pai e eu a mãe. E é lógico, ele
está no topo e eu tô no pé. (Mas eu tenho cabelos, kkkkkkk). (...)
nonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nonononononon nonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nononononononnonononononon nonononononon
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Pesadelo
LÁGRIMAS INVENTADAS
Em abril lançarei meu livro. Pode parecer um pouco longe,
ABRIIIIL?..., mas logo estará aí. Todos estão convidados.
Vou contar o drama que sofri no dia em que cortei os
cabelos. Já tenho data definida para o lançamento, será no dia primeiro. O
local que está difícil de reservar. Coincidência ou não, no Jassa não vai dar, pois
nesta data, o Sílvio Santos vai cuidar das madeixas dele. Já imaginou dois SS
no salão. Não, não. Não sou nenhum nazista. É que sou Silvestre dos Santos.
Quer que eu desenhe?
O Kamura? Bem, ele só tem olhos, e mãos, para a presidente. Ela, em campanha
para os candidatos do PT, trabalhar para o povo que é bom...
Gostaria que fosse no Instituto Maria
Mariah, da Cleide, aqui pertinho de casa, mas é minúsculo o espaço. Minha última cartada será no Jacques
Janine...
O que posso adiantar é que o livro está divino. A capa então...
Eu com os cabelos molhados de um lado do rosto, no outro, as lágrimas
escorrendo. Na mão, um tucho dos cabelos
cortados.
Olha, o livro já está bombando na lista dos Mais Vendidos,
primeiro lugar nos não ficção.
Vou disponibilizar o Trecho do Livro para que veja. Falando
em ver, tinha que me ver dias desses atrás de cabelos em pé. (Isto, eu só
conto no livro).
Bom já revelei demais por aqui. Veja o Trecho do Livro em www.arqueeurespiro.blogspot.com.
Ficarei muito grato se fizer comentário no blog.
Ficarei muito grato se fizer comentário no blog.
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Contos
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Quem viver verá - CARTA AO ILUSTRÍSSIMO 6
Bom preço
Não se acha.
Ninguém viu nem nunca conheceu por lá.
Foi enterrado como indigente.
Fiz o possível e o impossível na tentativa de encontrar aquele precinho razoável...
Fiz o possível e o impossível na tentativa de encontrar aquele precinho razoável...
Subi no Farol do Forte
de Santo Antonio da Barra.
Vi um belo pôr do sol.
de Santo Antonio da Barra.
Vi um belo pôr do sol.
Pesquisei no Museu Náutico da Bahia. Aprendi sobre sinalização dos faróis, sobre distinguir entre as fragatas, caravelas, navios negreiros. Minha busca por preço razoável seguiu caminho até o Museu do Forte São Marcelo (fotos centrais) foi em vão. Estava fechado.
Entre as descobertas, soube que a cruz que era usada nas naus de Tomé de Sousa e de outros exploradores não é a Cruz de Malta e sim a Cruz da Ordem de Cristo.
Fui à cidade alta e desci pelo
Elevador Lacerda - sem vista panorâmica.
No Mercado Modelo,
nem pensar.
Ali se encontra o almoço mais caro e de muito má qualidade da Bahia.
Mergulhei nas profundezas da Baía de Todos-os-Santos.
Nesta época do ano as baleias jubartes estão procriando pelas águas do Atlântico. Foi mais fácil avistá-las do quê encontrar preços - nem digo baixos - razoáveis.
Nem rezando ao Nosso Senhor do Bonfim. Pelos lados de lá, só há fitinhas e água benta.
Água, encontrei no Tororó com coloração
e cheiro estranho. Duvidei da potabilidade. Vale pelas imagens de santos enormes espalhadas pelo dique.

Maria Bethânia aponta qual relação ao interpretar tal música?
“Carcará, pega mata e come”.
Ah meus poetinhas camaradas.
Mandem muito axé para este meu povo.
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Salvador: vista de outra perspectiva
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Quem viver verá - CARTA AO ILUSTRÍSSIMO 5
(Ler CORONEL ANTONIO CARLOS MAGALHÃES)
Meus pêsames, pois jaz o impostômetro da Bahia.
Que bom se algum candidato baiano local copiasse o que foi feito em São Paulo.
Além de evitar tanta
sonegação,
a população
poderia beneficiar-se no frigir dos ovos. Para conseguir uma nota fiscal na Bahia tem que suar mais do que qualquer cuscuz ou acarajé.
Ninguém te dá uma nota se não for pedido: é no comércio, serviços, transporte naval.
Podemos dizer que: sem arrecadação não há evolução.
Meus pêsames, pois jaz o impostômetro da Bahia.
Que bom se algum candidato baiano local copiasse o que foi feito em São Paulo.
Além de evitar tanta
sonegação,

a população
poderia beneficiar-se no frigir dos ovos. Para conseguir uma nota fiscal na Bahia tem que suar mais do que qualquer cuscuz ou acarajé.
Ninguém te dá uma nota se não for pedido: é no comércio, serviços, transporte naval.
Podemos dizer que: sem arrecadação não há evolução.
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